• Susana de Sousa

A Lua Nova da Governação

No dia 10 de Junho celebramos o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. É também o Dia da Língua Portuguesa, das Forças Armadas e do Anjo Custódio de Portugal (Anjo da Paz).


Sabendo que cada dia do ano tem uma correspondência com uma ativação no gráfico energético (uma das 64 portas), o 10 de Junho corresponde à expressão máxima da tribo, a voz do rei ou da rainha, a porta mais possessiva de manifestação: a porta 45.


Porta 45: Reunir - O agrupador

A atração natural e geralmente benéfica de forças similares.


É a voz (língua) de um povo (os portugueses) que expressa o seu poder (forças armadas) para proteger os recursos materiais da tribo e manter a paz no reino (Anjo da Paz).


É a voz que exibe ao mundo o seu domínio: “eu tenho um império, uma história, uma riqueza que mais nenhum outro povo possui, ainda por cima apoiada por forças divinas (a mensagem d’ “Os Lusíadas”, de Camões).


“Ouvi: vereis o nome engrandecido

Daqueles de quem sois senhor supremo,

E julgareis qual é mais excelente,

Se ser do mundo Rei, se de tal gente.”

“Os Lusíadas”, Camões


Para esta voz, só importam os que fazem parte da tribo. Esta voz governadora atrai aqueles que podem contribuir para o bem do grupo, com o propósito de educá-los para que prosperem no plano material e espiritual.


Pelo grupo ou tribo, esta força de manifestação pode fazer tudo, embora não seja ela a pôr a mão na massa. “Sê leal e estarás protegido. Eu asseguro-me que tenhas o que precisas, desde que trabalhes para isso.”


Quando esta voz se expressa, o mundo pode tremer. É uma voz poderosa, que tanto pode transmitir fúria e raiva, como pode trazer um senso de paz e segurança.


Podemos imaginar a sala do trono de um castelo medieval ou o gabinete dos administradores de uma empresa, onde vai ser discutido algum assunto importante. As decisões que forem tomadas nesta lunação podem ter grandes repercussões nos próximos meses.


É aqui que a Lua e o Sol se vão encontrar para terem uma conversinha sobre Governação. Querem saber o que fazer para incluir aqueles que foram excluídos, ou podem simplesmente expressar de forma apaixonada e violenta as suas frustrações pela falta de inclusão.


Mercúrio também se vai sentar à mesa, podendo trazer muitas informações e alguma confusão, para obrigar a reavaliar a direção material.


Durante a reunião, a luz apaga-se. A informação desaparece. Os que têm domínio sentem que lhes foi tirado o tapete. A coroa cai. É o eclipse.


Este é um bom momento para fazer uma prece ao Anjo.




O processo é de tentativa e erro (linha 3)


No escuro, avançamos às apalpadelas. Esbarramos com alguns obstáculos e podemos magoar-nos, até conseguirmos encontrar a luz.


No castelo, alguém acende uma tocha, enquanto os cortesãos olham para o firmamento escuro, tentando perceber que mistério é aquele. O sol parece ter sido engolido. Será que irá retornar?


Na sala da administração da empresa, todos os ecrãs se apagaram. Será um vírus? Uma falha elétrica?


Nas nossas vidas, a sensação poderá ser idêntica. Algo que julgávamos ser confiável e permanente, subitamente desaparece.


Temos de nos adaptar à nova realidade e procurar novas formas de lidar com o plano material, enquanto a nossa mente anda às voltas a tentar compreender a situação.


Se nos sentirmos tristes e melancólicos, ou com um arroubo de paixão, é importante não agir de forma precipitada.


Depois de um período de reflexão, uma consciência súbita da verdade pode surgir.


Na sala do trono medieval, o bobo da corte explica que afinal entrou um cisco no olho de cada pessoa, e tudo não passou de uma ilusão. Por estranho que pareça, todos aceitam a explicação, pois é simples e permite continuar com a vida como sempre a conheceram.


Já na empresa moderna, um dos administradores descobre que alguém derramou água no circuito informático. Perdeu-se um computador, mas nada que não seja recuperável.


Se no castelo medieval nada mudou, na empresa houve alterações significativas. Contratou-se uma equipa para reparar o sistema informático e, durante esse processo de inclusão, doloroso para os administradores, algo novo surgiu: um dos administradores apaixonou-se por um dos membros da nova equipa. Quando chegar a Lua Cheia, vão descobrir que são almas gémeas, casam-se e partilham o domínio da empresa.


Afinal, o processo é de linha 3, logo, tudo pode acontecer!


Palavras-chave da linha 3: mártir, descoberta, tentativa e erro, laços criados e quebrados, mutação, adaptação, resiliência, ver o que não funciona, pessimismo, ir de encontro às coisas.



O Plexo Solar com picos de paixão e melancolia


N’ ”Os Lusíadas”, Camões narra um episódio em que Vénus se dirige a Júpiter para lhe pedir que interceda pelos portugueses.


Também na Lua Nova de 10 de Junho vai ocorrer um encontro estas duas forças. Vénus irá seduzir e provocar o rei dos deuses para lhe pedir que derrame as suas bênçãos sobre a tribo aventureira.


Se Júpiter estiver no “mood”, talvez seja benéfico e nos dê a abundância de espírito que nos permita sentir que demos o nosso melhor. Se não estiver para aí virado, talvez as súplicas de Vénus caiam em saco roto (ou talvez ela nem tente).


Conhecemos o final da história do épico camoniano: os portugueses serão conduzidos a novos reinos, serão acolhidos na Ilha dos Amores, e irão regressar a Portugal com novas histórias e memórias.


Essas histórias ainda hoje nos estimulam, nos educam, e nos dão uma sensação de pertença. Fazem-nos sentir paz. São a materialização da porta 45.


Com o eclipse, que histórias será que se vão apagar? Esperemos que sejam as que já não funcionam.


E o que irá nascer quando a luz voltar a surgir?


Talvez possamos ter uma visão mais clara quando a Lua encher, na mágica noite de S. João de 24 de Junho.


Até lá, é melhor respirar fundo e não tomar iniciativas para “ter mais”, a não ser que estejamos a seguir Estratégia de Vida e Autoridade. Aí, seremos Reis e Rainhas por direito próprio, na plena Governação do Reino da Essência.



O verdadeiro poder está...


... em ti! Sim, em ti!


Quando fiz a minha pesquisa para o livro “A Maçã Dourada”, descobri um conto de fadas em que um Criado se transforma em Rei.


Ao mergulhar na simbologia dessa história, percebi que todos nós somos Criados quando servimos os outros em vez de nos servimos a nós mesmos, ou seja, quando agimos com base no que os outros esperam de nós em vez de honrarmos a nossa verdade interna. Tornamo-nos assim Criados de um “eu” ilusório.


Para sermos Reis do nosso próprio reino, temos de agir com base na nossa essência. A partir daí, abrimo-nos em generosidade e podemos oferecer um contributo genuíno ao colectivo.


O grande problema é que não sabemos qual é a nossa verdade, pois dentro de nós tudo se mistura. O mundo é uma rede emaranhada de condicionamentos que nos são impostos desde que começamos a respirar (ou ainda antes disso).


Acredito que a jornada de autoconhecimento não é um luxo, mas a nossa maior necessidade. Por isso, decidi oferecer a jornada da “Maçã Dourada”, para que cada vez mais pessoas possam usufruir do verdadeiro poder que as habita.


Se sentires o chamado, convido-te a entrar na...


>>> jornada de expansão da consciência com a Maçã Dourada



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