• Susana de Sousa

Júpiter e Saturno: a Raiz da Nova Terra

Os 3 passos de um deus hindu, a raiz de uma árvore nórdica e o encontro tenso de dois deuses greco-romanos. Estas foram as imagens que vieram ter comigo quando comecei a contemplar os trânsitos celestes de dia 21 de Dezembro de 2020.


Gosto de descobrir o significado destas imagens que me chegam por via intuitiva e depois perceber de que forma se relacionam com o conhecimento lógico do sistema de Human Design.


E cheguei a uma conclusão: todas falam de morte e expansão.



Os 3 passos de Vishnu


“Conta-se que Vamana era um pequeno anão. Enviado ao mundo para punir o rei Bali pelas suas muitas maldades, aproximou-se deste quando ele estava a fazer um sacrifício aos deuses e pediu-lhe um favor mínimo - apenas queria três curtos passos de terreno, para aí construir uma casa e cultivar alguns vegetais.


O rei, face a um pedido tão estranho quanto pequenino (certamente que terá pensado algo como "Só queres três passos de terreno? Passos de um anão? Hahahaha"), mesmo contra os conselhos repetidos que lhe foram dados pela sua corte decidiu concedê-lo.


Contudo, nesse preciso instante Vishnu abandonou a forma de Vamana e tomou um corpo gigantesco - com um primeiro passo cobriu toda a terra, com um segundo ocupou todo o céu, e... já não tendo onde colocar um terceiro, pisou depois a cabeça do próprio Bali com tanta força que acabou por enviar este monarca directamente para o submundo.”


Esta história chegou à minha caixa de correio no dia em que comecei a escrever este artigo, através do site português www.mitologia.pt, que recomendo que subscrevas se gostares de histórias.


O anão Vamana era na verdade um avatar do deus Vishnu. Esse deus hindu, que sustenta o Universo, por vezes incarna no nosso planeta para restabelecer a ordem cósmica.


Nos 9 avatares de Vishnu que já vieram ao mundo, incluem-se o anão Vamana, o terno Krishna e o bem conhecido Buddha. Diz-se que estes 9 avatares prepararam o caminho para um 10º avatar: Kalki.


E se há um momento em que precisamos de restabelecer a ordem, esse momento é agora.


Ao observar esta inteligente ação de Vishnu, não pude deixar de pensar que algo pequeno (o anão) se pode tornar grande quando está conectado ao Divino. Mas também não pude deixar de ver nesta história que a ordem surge a partir da dualidade morte/vida: a morte de algo maléfico e a expansão do Divino.


Já o pé do deus remeteu-me para a Raiz, o ponto onde tocamos na Terra. E por falar em Raiz, vamos sair do Oriente e observar...




... a árvore do mundo nórdica


Yggdrasil é o grande freixo da mitologia nórdica. Ela é tão grande, que sustenta 9 mundos distintos.


Junto às raízes deste grande freixo, as 3 Nornas tecem o fio do destino.


Nascimento-vida-morte.


E também nas raízes, correm a fonte de Urd e a fonte de Mimir. A água está sempre presente nas histórias, como se o seu fluxo fosse uma Serpente por onde escorrem a Vida e a Sabedoria.


Também junto às raízes há um enorme Dragão. É a Serpente que representa a morte e que vai roendo lentamente as raízes, enquanto aguarda pelo momento que foi profetizado: o Ragnarok, o Crepúsculo dos Deuses.


Relato esta história no último capítulo do audiolivro “A Maçã Dourada”, onde explico as razões que levaram ao fim do mundo e o que vem a seguir. Mais uma vez, a dualidade morte/vida: morte de um mundo corrompido e nascimento de um mundo mais puro, nobre e elevado.


E o que tem a história a ver com o encontro entre Júpiter e Saturno? Vamos descer até à bacia do Mediterrâneo e colocar o olhar na Raiz...




Os reis dos Deuses


Reza o mito que Júpiter (ou Zeus) destronou o rei dos Deuses, seu pai, Saturno (ou Cronos).


Voltando atrás: uma profecia dizia que Saturno seria destronado por um dos seus filhos. Na mitologia grega há quase sempre uma profecia e quando alguém tenta evitá-la, faz precisamente com que a profecia se cumpra.


Assim, Saturno adquiriu o hábito de engolir os seus filhos, na tentativa de evitar a profecia, até que a sua mulher, Reia, decidiu esconder um deles. No seu lugar, entregou ao marido uma pedra envolta em panos.


Júpiter/Zeus cresceu escondido numa gruta, alimentado pelo leite de uma cabra e pelo mel das abelhas, até ser forte o suficiente para derrotar o pai. Depois disso, tornou-se Senhor dos Céus e da Terra, deus do Trovão, rei dos Deuses.


Novamente uma dualidade: a morte de um rei corrupto e o nascimento de um rei mais justo, nobre e generoso.




Juntando as 3 histórias


No dia 21 de Dezembro de 2020, o dia do Solstício, a árvore do mundo vai abanar. Dois reis poderosos irão sentar-se junto à raiz da árvore, mas o seu encontro pode não ser agradável.


Esses reis são Júpiter, rei dos deuses, e Saturno, seu pai, o rei deposto.


Como nos diz a mitologia, a relação entre Júpiter e Saturno é tensa. Quando se encontram, o que é raro, algo abana.


E o encontro acontece numa das zonas mais sensíveis: o ponto da raiz onde sentimos as maiores limitações. O ponto onde as Nornas cortam o fio do destino. O ponto onde sentimos mais intensamente o pé do deus supremo.


Mas na raiz da árvore do mundo nascem fontes de água que estão ligadas à Sabedoria. No Centro da Raiz, o centro energético na base do Ser Humano, nasce uma fonte de fogo semelhante a uma Serpente, que também está ligada à Sabedoria.


Então, este encontro fala-nos de uma dualidade:


morte (limitação) versus sabedoria (iluminação, despertar).


Saturno impunha duras limitações à Vida, ao comer os filhos. Júpiter nasceu e desenvolveu-se, escondido numa gruta, alimentado por leite e mel.


Vishnu, quando quer revelar o seu poder, cresce. Ocupa Céu e Terra. Pisa a cabeça do demónio Bali.


O que nos vai acontecer depende do lugar que ocupamos nesta mitologia: somos o poderoso Deus, ou somos o demónio malvado? Somos o castrador Saturno ou o Júpiter em desenvolvimento? Deixaremos que a Raiz da Árvore seja consumida ou conseguiremos beber a água da Sabedoria das suas fontes?


Com estas pistas em mente, vamos então olhar para os trânsitos.



Júpiter e Saturno na porta 60 (Limitação - Aceitação)


No I-Ching, o hexagrama 60 é Água sobre Lago. Duplamente Água!!! Água, em termos simbólicos, representa o inconsciente, as emoções, a intuição.


Representa também o nascimento: em praticamente todas as mitologias, o mundo nasce das águas.


Segundo o I-Ching, o lago só pode conter uma parte da água - esta pode cair do céu sem limites. Assim, também nós precisamos de aprender acerca das nossas limitações.


"Água sobre o lago: a imagem da LIMITAÇÃO.

Assim, o homem superior cria número e medida,

examina a natureza da virtude e da conduta correta." I-Ching


No sistema de Human Design, 60 é a porta da Limitação – Aceitação. É donde emerge o fuel para a mutação, para o processo criativo de individuação e de conhecimento interno. É a sede para que algo novo aconteça:


é a vontade de nascer, de expandir, de tocar a Vida!


Essa sede faz com que mergulhemos numa depressão húmida e pantanosa quando nos sentimos limitados. Se a vida não surge, sentimos apenas o aperto desconfortável da impaciência.


A chave desta porta é a seguinte:


“Aceitar a limitação é o primeiro passo para a transcendência.” Ra Uru Hu


Com Júpiter, o generoso, a fazer expandir o nosso senso de limitação, e Saturno, o disciplinador, a colocar ainda mais limitações, podemos sentir que estamos a ir ao limite: aquele ponto em que já não conseguimos mais lidar com as limitações.


No seu lado mais negativo, esta energia pode aumentar o potencial de depressões, melancolia, ansiedade, suicídios e morte. No seu lado positivo, pode criar a pressão necessária para processos quânticos de transcendência, de iluminação, de expansão da consciência.


Voltando à imagem do hexagrama 60, Água sobre Lago: chove sobre as águas e podemos sentir que nos estamos a afogar. Mas a Água ensina-nos acerca da rendição à forma. Numa tempestade em alto mar, o melhor é parar de lutar e rezar. Quantos milagres ocorreram deste modo? Quando nos rendemos, entramos em sintonia com as nossas emoções agitadas e estas começam a acalmar-se.


Aceitar o Mistério é aceitar a nossa Pertença ao Mistério.


A agitação exterior, se nos afecta, é porque parte de nós. Não somos vítimas do que sucede, simplesmente fazemos parte de uma rede que cria inconsciente ou conscientemente a sua realidade. E se o fizermos com mais consciência, iremos perceber que essa realidade se torna mais apetecível.


O encontro entre Júpiter e Saturno tem o seu auge no Solstício. No hemisfério norte temos a noite mais longa do ano. A noite onde a semente está mergulhada no escuro, no frio, sem saber se algum dia irá ver a luz.


Mas lembremo-nos que no hemisfério sul acontece o oposto: é o dia em que a Luz vence.


Então, se tivermos feito um trabalho de flexibilidade mental, tal como foi proposto pelas anteriores conjunções onde Saturno, Júpiter e Plutão estiveram a trabalhar a nossa Verdade Interna, talvez possamos ver as coisas com uma outra perspectiva (podes ler aqui o que escrevi sobre esses trânsitos).


Talvez possamos ser capazes de transcender a limitação, mas só se nos rendermos ao facto de que ela existe.


Então, talvez a mutação ocorra. Talvez possa emergir uma nova ordem e possamos ver a semente brotar da terra.


A liderança pode ser confusa


De acordo com o Human Design, o Centro da Raiz, onde vai ocorrer esta poderosa conjunção de Júpiter e Saturno, é onde processamos o stress e a adrenalina.


A porta 60 estará ativada na linha 5, que irá universalizar as limitações, pondo o foco na liderança. O que nos dizem os nossos líderes sobre a forma como devemos lidar com as limitações? O mais provável é que nos digam que não há limitações, pois não as aceitam. E que nos digam que elas podem ser quebradas, levando-nos a acreditar que determinados modos de agir nos vão salvar.


A confusão vem de cima, das hierarquias. Se no topo não há Aceitação, as limitações não podem ser transcendidas.


Temos um bom exemplo num dos mais famosos líderes do mundo: Trump não aceita a limitação que foi imposta à sua liderança e insiste que pode quebrar tal limitação. Isso gera confusão desde o topo da hierarquia até às bases.


A partir do momento em que um líder não aceita uma limitação e tenta liderar outros para que quebrem a limitação, uma nova limitação irá surgir.




A mudança pelo Amor


Internamente, iremos sentir uma pressão para evoluir. Se nos tivermos permitido mudar a forma como acedemos à nossa Verdade Interna, essa pressão pode encontrar uma energia súbita que permite criar o Novo, potenciando o Mundo em direção ao Amor.


Vamos ver onde estão o Sol e a Terra nesta conjunção: no Centro do Ser.


É que este trânsito celeste, que anda a prometer o início de uma Nova Era, joga-se na Cruz do Cálice do Amor!


Esta energia, que traz à tona o amor por nós próprios, o amor pela humanidade, o amor pelo corpo e o amor universal, faz-se sentir em todos os Solstícios e Equinócios.


E isto diz-nos que temos a possibilidade de viver uma verdadeira mutação na forma como lidamos com o Amor, principalmente o Amor pelo nosso Eu Verdadeiro.


Observando o gráfico, vemos que Júpiter e Saturno estão na Raiz, como que a sustentar e a fazer pressão para a mudança, enquanto a Luz do Sol brilha no nosso Centro de Amor, Identidade e Direção.


Júpiter junta-se a Saturno na porta 60.5 (em detrimento) no dia 20/12/2020, quando o Sol e Mercúrio formam um canal com Vénus: o Canal da Exploração, o desenho de seguir as próprias convicções.


Este canal potencia o Ser Humano a viver uma vida autêntica, pautada pelo amor-próprio. É o canal que transforma o modo como vivemos, oferecendo um exemplo inspirador para que cada pessoa siga o caminho que é correto para si.


Sendo um canal individual, traz a possibilidade de mudança. O Sol e Mercúrio vão potenciar-nos com a capacidade de saber qual o nosso lugar, e qual a forma correta de agir, enquanto Vénus nos vai mostrar como usar o nosso poder interno com bastante senso comum.


Depois, a Lua, que circula pelo Quarto da Iniciação, vai tocar em dois pontos sensíveis, ativando primeiro o Canal da Linha do Dinheiro, o desenho de um materialista. Este é um canal que se manifesta como o líder que controla o plano material e tribal através da sua força de vontade.


A Lua diz que "quem tem a força tem o direito" e vai levar a reações poderosas e extremas. A luta entre líderes e liderados vai estar ao rubro, podendo impactar o mundo com fortes explosões de fúria e raiva. Este será o resultado visível do que está a suceder no Centro da Raiz.


Só que o resultado final desta dinâmica revela-se no último momento em que Júpiter permanece na conjunção com Saturno na 60.5, no dia 24.


Aí, vemos que a Lua ativa o Canal da Mutação - juntamente com Júpiter e Saturno - e este é o último sinal de que tudo pode mudar!


Na linha 3.3, a Lua fala-nos sobre Dificuldades no Início, Sobrevivência e a nossa capacidade de adaptação ao Novo através de tentativa e erro. Está também ligada à reprodução, pelo que a mudança proposta por este trânsito poderá ter efeitos na capacidade reprodutiva do ser humano.


Então, temos uma proposta planetária que nos indica a importância de seguirmos as nossas convicções, abraçando o plano material com uma consciência da nossa individualidade, e assim podendo alcançar o potencial de algo novo emergir no mundo.


O que vejo nestes trânsitos é que o Amor, Identidade e Direção da Humanidade podem mudar num clique, mas que essa mudança passa por um caminho individual, autêntico e altamente potenciador. Só esse caminho individual nos pode sustentar nas comunidades corretas e trazer mudanças inesperadas, alinhadas com a nossa Verdade Interna.


Isto remete-me para a Visão que tive há pouco mais de um ano, e que deu origem ao livro “A Maçã Dourada”: havia um tronco oco, uma montanha muito elevada e uma floresta com maçãs douradas.


O tronco oco conduzia ao Submundo que, no limite, representa a Morte. Já a floresta das maçãs douradas representa a Vida, o Amor pela Vida, e tudo aquilo que associamos ao Divino, na sua expressão mais pura (sem dogmas religiosos).


No entanto, foi no topo da Montanha que encontrei a minha Direção. Lá, onde o meu Eu Superior comunicou comigo, percebi qual o caminho que teria de percorrer.


Convido-te a fazer o mesmo. Pois embora esta conjunção fale de um caminho para a Humanidade, ela diz-nos que primeiro esse caminho é Individual.


“Não é a sociedade que vai guiar e salvar o herói criativo, é precisamente o contrário. Assim, cada um de nós partilha o ordálio supremo – carregar a cruz do redentor – não nos momentos brilhantes das grandes vitórias da nossa tribo, mas no silêncio do nosso desespero individual.”

Joseph Campbell



Arquétipo: Vishnu


Segundo o Human Design, ao longo do ano o Sol ativa 64 portas, ou seja, 64 qualidades energéticas que terão grande impacto em toda a humanidade.


A cada 4 portas corresponde um arquétipo, que por sua vez está integrado num dos 4 Quartos: Iniciação, Civilização, Dualidade e Mutação.


Durante a conjunção de Júpiter e Saturno na 60.5, estamos no Quarto da Mutação e Vishnu é o arquétipo que fica ativado pelo Sol. Coincidência eu ter começado por uma história sobre Vishnu? Só vi depois, garanto!


Este deus supremo dissolve-se nas águas do oceano universal, criando mundos através do lótus que brota do seu umbigo e voltando a dissolvê-los quando chega o fim.


Esta é a verdadeira origem da Vida, codificada num mito. Tudo é Uno, tudo é Eterno. A Vida brota, segue-se a Morte. Tudo se dissolve. Vem um Novo Mundo. Ciclos e ciclos de Vida-Morte-Vida.



A minha Visão


Decidi fechar os olhos e "Ver"com a minha Visão Interna o que se vai passar nesta conjunção (afinal, os trânsitos anteriores têm-nos preparado para isso).


O que vi foi o seguinte:


Uma enorme árvore... Na Raiz, Júpiter e Saturno esmagam uma estrutura antiga, muito sólida, até que a enterram no Submundo (um pouco à semelhança do que faz Vishnu com o demónio Bali).


Sinto que vai doer... Para muitos, talvez seja o fim.


Depois Júpiter e Saturno, começam a preparar a Raiz para que se possa enraizar numa Nova Terra.


Sim, a Terra muda...


Esta Nova Terra é mais limpa e cristalina do que a anterior.


Aqui, a sensação é muito agradável. Há um fluxo equilibrado e saudável. Respira-se Luz...


Enquanto o Senhor dos Céus (Júpiter) está na Raiz, o Senhor do Submundo (Plutão) está no Topo (Centro da Cabeça), agarrando o Cosmos e trazendo novas realidades à nossa Consciência.


Vejo-o a tocar outros planetas, outras realidades... Não há limites...


Entretanto, Sol e Terra estão numa espécie de Santuário... um local harmonioso donde apelam a toda a Humanidade para que viva segundo o seu Propósito.


Convidam-nos a permanecermos centrados, enquanto os dois construtores do Novo Mundo abanam a estrutura da grande árvore que somos Nós, que é a Vida...


Prepara-se uma Nova Consciência, um Renascer, uma mudança para um patamar evolutivo mais Iluminado.


* o Rave Bodygraph é marca registada da Jovian Archive


Ama-te a ti mesmo e estarás na Nova Terra


O sistema de Human Design defende que o único caminho para a transcendência é amar-se a Si mesmo e ensina como fazê-lo.

A jornada através do sistema de Human Design começa com uma sessão que te oferece a base daquilo que é a tua essência, mas depois podes aprofundar em sessões posteriores algumas áreas que sejam do teu interesse. E uma das áreas ajuda-te a perceber como é que os grandes movimentos celestes te afectam a ti individualmente. Pessoas com o Centro da Raiz indefinido ou com a Porta 3 ativada vão sentir esta conjunção com maior intensidade, mas há algumas estratégias práticas para lidar com isto.


Sabe mais aqui: >>> O Caminho das Estrelas - a tua jornada com o Human Design

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